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	<title>Informativo Bernhoeft</title>
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	<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:29 +0000</pubDate>
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		<title>ESPAÇO BERNHOEFT</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Espaço Bernhoeft]]></category>

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		<description><![CDATA[A Bernhoeft está ampliando sua filial de Natal, dobrando sua área física e triplicando o número de funcionários. Além de atender à demanda crescente das empresas locais, a unidade também está apoiando o atendimento da carteira de clientes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Isso é possível com a utilização do Expert, sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Bernhoeft</strong> está ampliando sua filial de Natal, dobrando sua área física e triplicando o número de funcionários. Além de atender à demanda crescente das empresas locais, a unidade também está apoiando o atendimento da carteira de clientes no Rio de Janeiro e em São Paulo. Isso é possível com a utilização do Expert, sistema desenvolvido pela equipe para realizar cálculos trabalhistas, que funciona via web, permitindo o atendimento remoto a outras unidades. Ao todo, a <strong>Bernhoeft</strong> tem hoje cerca de 200 clientes e 191 colaboradores nos cinco escritórios próprios da Empresa.</p>
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		<title>MUDANÇAS NA ALÍQUOTA DO INSS E NO SALÁRIO-FAMÍLIA</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[INSS]]></category>

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		<description><![CDATA[O Governo editou portaria regulamentando as mudanças no valor do salário-família, nas alíquotas, nas faixas e nos tetos das contribuições para o INSS — tema de matéria na última edição do Informativo Bernhoeft. A nova portaria mudou a data em que as alterações entram em vigor. O limite máximo do salário de contribuição previdenciária, fixado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo editou portaria regulamentando as mudanças no valor do salário-família, nas alíquotas, nas faixas e nos tetos das contribuições para o INSS — tema de matéria na última edição do <em>Informativo Bernhoeft.</em> A nova portaria mudou a data em que as alterações entram em vigor. O limite máximo do salário de contribuição previdenciária, fixado em R$ 3.467,40, somente é considerado para efeitos fiscais a partir de 16 de junho de 2010. Dessa forma, a contribuição previdenciária dos segurados observará esse valor em relação às remunerações cujos fatos geradores ocorrerem a partir dessa data.</p>
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		<title>RESCISÃO DE TRABALHO SERÁ FEITA PELA INTERNET</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Em breve, as rescisões de contratos de trabalho em todo o País poderão ser feitas pela internet, de forma rápida e segura. O primeiro passo para essa mudança foi dado em agosto, com o lançamento do Sistema HomologNet, no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Inicialmente, o programa está sendo implantado no Distrito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em breve, as rescisões de contratos de trabalho em todo o País poderão ser feitas pela internet, de forma rápida e segura. O primeiro passo para essa mudança foi dado em agosto, com o lançamento do Sistema HomologNet, no site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Inicialmente, o programa está sendo implantado no Distrito Federal, no Tocantins, no Rio de Janeiro, em Santa Catarina e na Paraíba. O funcionamento é simples. As empresas que realizarem o desligamento de empregados deverão preencher o Termo de Rescisão de Contrato de Trabalho pelo HomologNet, transmitindo os dados para o Ministério do Trabalho pela internet. O cálculo da rescisão será realizado automaticamente pelo sistema. A expectativa é de que o HomologNet torne o processo mais ágil e seguro, diminuindo para até cinco dias o tempo para homologação da rescisão de contrato e recebimento do seguro-desemprego.</p>
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		<title>CAUSAS TRABALHISTAS ESTÃO MAIS CARAS</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:51:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficou mais caro, para as empresas, recorrer de causas trabalhistas. Com a entrada em vigor, em agosto, da Lei nº 12.275, a empresa que solicitar aos desembargadores de um Tribunal Regional do Trabalho (TRT) a revisão de uma decisão recusada em primeira instância terá que desembolsar 50% a mais do valor depositado atualmente — cujo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficou mais caro, para as empresas, recorrer de causas trabalhistas. Com a entrada em vigor, em agosto, da Lei nº 12.275, a empresa que solicitar aos desembargadores de um Tribunal Regional do Trabalho (TRT) a revisão de uma decisão recusada em primeira instância terá que desembolsar 50% a mais do valor depositado atualmente — cujo limite máximo é R$ 5.889,50, de acordo com atualização realizada em agosto. Se a solicitação for para os ministros do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reverem a decisão de um tribunal regional, a empresa deverá depositar um montante proporcional ao valor da causa — máximo de R$ 11.779,02. Se o pedido for negado, deverá pagar, ainda, 50% sobre esse valor. O objetivo da lei é desestimular as empresas que utilizam esse tipo de recurso meramente com a intenção de protelar o pagamento de indenizações, sobrecarregando os tribunais.</p>
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		<title>LIMITAÇÕES DO PONTO ELETRÔNICO</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:50:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meio a uma grande polêmica, a obrigatoriedade da adoção do Registro Eletrônico de Ponto (REP) para as empresas que adotam o controle eletrônico do horário de seus empregados começará a valer a partir de 1º de março de 2011 (data prorrogada pela Portaria MTE nº 1.987/2010). O novo sistema tem como objetivo permitir que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meio a uma grande polêmica, a obrigatoriedade da adoção do Registro Eletrônico de Ponto (REP) para as empresas que adotam o controle eletrônico do horário de seus empregados começará a valer a partir de 1º de março de 2011 (data prorrogada pela Portaria MTE nº 1.987/2010). O novo sistema tem como objetivo permitir que o trabalhador tenha um maior controle sobre seu horário e sua jornada de trabalho, o que contribuirá para evitar eventuais fraudes em processos trabalhistas. Mas o principal argumento a favor do ponto eletrônico é questionado por especialistas. “Na prática, nada garante que o sistema seja eficaz contra as fraudes”, alerta Michel Florêncio, sócio da <strong>Bernhoeft</strong>. Nesta entrevista, ele fala mais sobre o tema. </p>
<p><strong>O que muda com o Registro Eletrônico de Ponto?</strong><br />
Sempre que o trabalhador utilizar o ponto eletrônico na entrada ou saída da empresa, a máquina irá emitir um comprovante, em papel, com o registro desses horários. A ideia do Ministério do Trabalho é, com isso, dar ao trabalhador o poder de controlar a sua jornada. Em tese, esses comprovantes seriam utilizados como provas da jornada de trabalho real em casos de processos trabalhistas.<br />
<strong><br />
O novo sistema pode, de fato, diminuir as fraudes?</strong><br />
Não existe nenhum estudo que balize esse tema. O que sabemos é que a grande maioria dos questionamentos judiciais acerca de horas extras se refere à fixação de uma jornada predefinida, diferente daquela que o funcionário realiza na prática, ou seja, o empregado bate o ponto para sair da empresa e volta para trabalhar. Nesse caso, a mudança do equipamento e a emissão do comprovante não surtem nenhum efeito. </p>
<p><strong>O que poderia, então, evitar esse tipo de fraude?</strong><br />
O que deve haver é uma mudança nessa cultura, tanto do empregado como do empregador. É preciso um entendimento comum de que a prática de bater o ponto e voltar ao trabalho é ilegal, mesmo que seja feita em comum acordo. Caso contrário, novas medidas ineficazes poderão ser tomadas pelo Governo Federal, gerando elevados custos às empresas que praticam boas políticas de RH.</p>
<p><strong>Por que há tanta resistência das empresas ao ponto eletrônico?</strong><br />
Além de não ser garantia contra fraudes, o equipamento também representa um investimento alto para algumas empresas. E há outro fator importante: a emissão do comprovante em papel está na contramão da tendência mundial de economia de recursos, um dos princípios da gestão sustentável.<br />
<strong><br />
Todas as empresas serão obrigadas a adotar o novo sistema?</strong><br />
Não. Apenas as empresas que utilizam o registro eletrônico do horário dos empregados. Há a opção também de usar o ponto manual ou mecânico.</p>
<p><strong>Qual o prazo para as empresas se adaptarem a essa exigência?</strong><br />
Com a edição da Portaria MTE nº 1.987/2010, o prazo, que antes era em 26 de agosto de 2010, foi prorrogado para março do ano seguinte. O motivo foi não existir oferta de equipamentos suficientes para atender ao mercado.</p>
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		<title>CALENDÁRIO</title>
		<link>http://informativo.bernhoeft.com.br/index.php/2010/08/calendario-26/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Aug 2010 11:47:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>

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		<description><![CDATA[



Setembro


1
Salário
06


2
FGTS
06


3
DACON Mensal
08


4
INSS - Contribuinte Individual
15


5
INSS - Empresa 
20


6
 PAES - INSS
20


7
Simples Nacional 
20


8
DCTF Mensal
22


9
COFINS - empresas em geral
24


10
PIS - empresas em geral
24


11
CSL - 3ª quota do 2 º trimestre
30


12
IRPJ - 3ª quota do 2 º trimestre
30


13
REFIS / PAES - Receita / PAEX / &#8220;Refis 4&#8243;
30


14
IRPF -ano-calendário 2009 - 6ª quota 
30


15
ITR - Exercício 2010
30



]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table width="400" border="0" cellpadding="3" cellspacing="2" cols="3" rules="none">
<tbody>
<tr bgcolor="#cee1ef">
<td width="43" height="26" align="left"></td>
<td width="408" colspan="2" align="center"><strong>Setembro</strong></td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="1" sdnum="1046;">1</td>
<td align="left">Salário</td>
<td align="right">06</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="2" sdnum="1046;">2</td>
<td align="left">FGTS</td>
<td align="right">06</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="3" sdnum="1046;">3</td>
<td align="left">DACON Mensal</td>
<td align="right">08</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="4" sdnum="1046;">4</td>
<td align="left">INSS - Contribuinte Individual</td>
<td align="right" sdval="16" sdnum="1046;">15</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="5" sdnum="1046;">5</td>
<td align="left">INSS - Empresa </td>
<td align="right" sdval="20" sdnum="1046;">20</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="6" sdnum="1046;">6</td>
<td align="left"> PAES - INSS</td>
<td align="right" sdval="20" sdnum="1046;">20</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="7" sdnum="1046;">7</td>
<td align="left">Simples Nacional </td>
<td align="right" sdval="20" sdnum="1046;">20</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="8" sdnum="1046;">8</td>
<td align="left">DCTF Mensal</td>
<td align="right" sdval="23" sdnum="1046;">22</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="9" sdnum="1046;">9</td>
<td align="left">COFINS - empresas em geral</td>
<td align="right" sdval="25" sdnum="1046;">24</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="10" sdnum="1046;">10</td>
<td align="left">PIS - empresas em geral</td>
<td align="right" sdval="25" sdnum="1046;">24</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="11" sdnum="1046;">11</td>
<td align="left">CSL - 3ª quota do 2 º trimestre</td>
<td align="right" sdval="30" sdnum="1046;">30</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="12" sdnum="1046;">12</td>
<td align="left">IRPJ - 3ª quota do 2 º trimestre</td>
<td align="right" sdval="30" sdnum="1046;">30</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="13" sdnum="1046;">13</td>
<td align="left">REFIS / PAES - Receita / PAEX / &#8220;Refis 4&#8243;</td>
<td align="right" sdval="30" sdnum="1046;">30</td>
</tr>
<tr bgcolor="#eff8fe">
<td height="17" align="right" sdval="14" sdnum="1046;">14</td>
<td align="left">IRPF -ano-calendário 2009 - 6ª quota </td>
<td align="right" sdval="30" sdnum="1046;">30</td>
</tr>
<tr>
<td height="17" align="right" sdval="13" sdnum="1046;">15</td>
<td align="left">ITR - Exercício 2010</td>
<td align="right" sdval="30" sdnum="1046;">30</td>
</tr>
</tbody>
</table>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>PRECATÓRIOS E O NOVO REGIME DE PAGAMENTOS</title>
		<link>http://informativo.bernhoeft.com.br/index.php/2010/08/precatorios/</link>
		<comments>http://informativo.bernhoeft.com.br/index.php/2010/08/precatorios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 14:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernhoeft</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Tese Jurídica]]></category>

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		<description><![CDATA[Previsto no art. 100 da Constituição Federal, os precatórios são ordens de execução contra o Poder Público (seja ele Federal, Estadual ou Municipal) emitidas pelo Poder Judiciário e encaminhadas ao Executivo para que o Governo salde suas dívidas em favor de particulares que ingressaram com ações judiciais e as ganharam.
As entidades de direito público devedoras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Previsto no art. 100 da Constituição Federal, os precatórios são ordens de execução contra o Poder Público (seja ele Federal, Estadual ou Municipal) emitidas pelo Poder Judiciário e encaminhadas ao Executivo para que o Governo salde suas dívidas em favor de particulares que ingressaram com ações judiciais e as ganharam.</p>
<p>As entidades de direito público devedoras são obrigadas a incluir no orçamento o valor necessário para esse pagamento. A lista dos precatórios deverá ser apresentada até 1º de julho, fazendo o seu pagamento até o final do exercício seguinte, quando terão seus valores atualizados monetariamente, de acordo com o índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança.</p>
<p>Atualmente, no entanto, somente a União e alguns estados, mantêm em dia suas obrigações com pagamento dos precatórios.</p>
<p>Tentando solucionar esse inadimplemento por parte do Governo, a Constituição Federal foi alterada e passou a prever a possibilidade de liquidação de tributos com precatório já vencido, bem como a cessão do precatório para terceiros, em condições e de acordo com a regulamentação própria.</p>
<p>Agora os precatórios podem ser negociados, total ou parcialmente; porém, sempre observadas as normas dispostas na Emenda Constitucional nº 62/2009.</p>
<p>Com a aquisição do precatório, o adquirente poderá utilizá-lo para:<br />
- Pagamentos de tributos vencidos e vincendos.<br />
- Pagamento de parcelamentos.<br />
- Garantia em juízo (oferecer o precatório para penhora e garantia de execução fiscal).</p>
<p>Ou seja, em um exemplo prático, uma empresa que possui R$ 100.000,00 de precatório pendente poderá utilizá-lo para pagamento de impostos e taxas devidos ao mesmo ente federado que deve o precatório e que não honrou o pagamento. Caso não possua débitos, poderá ceder o precatório a outro contribuinte que possua débitos, negociando, nessa hipótese, os valores de tal cessão.</p>
<p>Ressaltamos que é preciso ter cautela na compra de precatórios com o intuito de compensação de tributos. A não observância dos requisitos dispostos na legislação deixa a empresa sujeita a multa isolada de até 150%, além de constituir infração criminal.</p>
<p>Havendo precatórios vencidos da União, situação não existente atualmente, é necessário antes de efetuar as compensações, habilitar o crédito junto a Receita Federal.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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